Esta entrada foi publicada em Abril 9, 2008 às 7:43 am e é arquivado em Categorias e categorização social, Crenças, Essencialismo e entitatividade, Fotos, Locais, Preconceitos, Publicidade e propaganda. Tagged: categorias socias, estereótipos, publicidade, sanatório, sífilis. Você pode seguir qualquer respostas para esta entrada através de RSS 2.0 feed. Você pode deixe uma resposta, ou trackback do seu próprio site.
Estereótipos, preconceitos e discriminação (2004)
Marcus Eugênio de Oliveira Lima e Marcos Emanoel Pereira (Organizadores)
Salvador: EDUFBa
Tema: Criado por Vault9.
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Abril 9, 2008 em 7:50 pm
Legal, vai aí um continho bem brincalhão:
Um zangão lá de 1900 passeava pelas luzinhas vermelhas da vida, encontrava com uma abelhinha que sempre tinha uma rosinha e não hesitava em pagar para ver o desabrochar da flor que era até de se comer, mas que tava dodói, era uma aventura tantinho contagiosa, o bichinho triste ficou com uma feridinha onde não devia e cheio de pintinhas avermelhadinhas; “tô chateado, aquela plantinha não me caiu bem” – zumbiu nervoso nosso mangangão. Bom ele queria ficar, ah…eram tantas donzelas abelhas naquela época, acreditava que alguma lhe daria a tal rosa sadia. Ora que encontrou com mais uma zuzumbizeira colada bem no poste onde havia luz vermelha e que lhe oferecia outra florzinha, como era safadinho não conseguiu resistir e pagou como pagou para comer a outra, porém essa não se comia, era apenas uma rosinha que o dopava num leito onde ficava tão de mau jeito, a dona abelhinha só dava de muitão o que curava aquela doencinha e sussurrava bem bonitinho: “abra a boquinha zangãozinho, toma o seu remedinho que lá embaixo tá bem coitadinho, a outra rosinha que escondo bem escondidão vou dar pra outro zangão.”