Crônica do Professor João Carlos Salles, no Terra Magazine, relata a estranha e constrangedora condição de ser filósofo e cidadão de segunda classe. Leia o texto completo aqui. Pobre João; eu, pelo menos, dou as minhas braçadinhas.
Crônica do Professor João Carlos Salles, no Terra Magazine, relata a estranha e constrangedora condição de ser filósofo e cidadão de segunda classe. Leia o texto completo aqui. Pobre João; eu, pelo menos, dou as minhas braçadinhas.
Essa entrada foi publicada em 0, 8 \08\UTC abril \08\UTC 2008 às 12:07 pm e arquivada em Categorias e categorização social, Crenças, Estereótipos, Preconceitos, Profissão, Textos. Você pode acompanhar qualquer resposta para esta entrada através do feed RSS 2.0. Você pode deixar uma resposta, ou trackback do seu próprio site.
Estereótipos, preconceitos e discriminação (2004)
Marcus Eugênio de Oliveira Lima e Marcos Emanoel Pereira (Organizadores)
Salvador: EDUFBa
Tema: Contempt por Vault9 .
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caro Salles, não somos de 2a classe, não. Somos diferentes. Acrescento a tua lista outra coisa que não faço, e esta sim me faz muita falta, me tortura até, que é não dançar. Não é que eu não saiba dançar. É pior: não consigo dançar! Mas em compensação cozinho legal e me incluo em todos os conceitos de cidadania. Ah! Tem outra coisa que travo geral, e que você como filósofo com toda a certeza não deve ter problema, que é lidar com a língua inglesa. Um abraço solidário, Zé Eduardo.
Achei genial. Eu também não dirijo e por opção, pois acho uma verdadeira paranóia. Realmente as pessoas nos olham como se fôssemos dementes, é um absurdo o valor q se dá pelo fato de estarmos atrás de um volante, porém não consigo entender o porquê, pois sabemos q até analfabetos dirigem, não enxergo nisso nenhum dom especial.
E eu, coitado! Sou um ser desprezível: não dirijo e não tenho celular.