Crônica do Professor João Carlos Salles, no Terra Magazine, relata a estranha e constrangedora condição de ser filósofo e cidadão de segunda classe. Leia o texto completo aqui. Pobre João; eu, pelo menos, dou as minhas braçadinhas.
Crônica do Professor João Carlos Salles, no Terra Magazine, relata a estranha e constrangedora condição de ser filósofo e cidadão de segunda classe. Leia o texto completo aqui. Pobre João; eu, pelo menos, dou as minhas braçadinhas.
Essa entrada foi postada em Terça-feira, Abril 8th, 2008 às 12:07 pm sob a(s) categoria(s) Categorias e categorização social, Crenças, Estereótipos, Preconceitos, Profissão, Textos. Você pode acompanhar as respostas desse post através do RSS 2.0feed. Você pode responder, ou rastrear de seu próprio site.
Estereótipos, preconceitos e discriminação (2004)
Marcus Eugênio de Oliveira Lima e Marcos Emanoel Pereira (Organizadores)
Salvador: EDUFBa
Tema Contempt por Vault9.
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Abril 9, 2008 às 10:25 am |
caro Salles, não somos de 2a classe, não. Somos diferentes. Acrescento a tua lista outra coisa que não faço, e esta sim me faz muita falta, me tortura até, que é não dançar. Não é que eu não saiba dançar. É pior: não consigo dançar! Mas em compensação cozinho legal e me incluo em todos os conceitos de cidadania. Ah! Tem outra coisa que travo geral, e que você como filósofo com toda a certeza não deve ter problema, que é lidar com a língua inglesa. Um abraço solidário, Zé Eduardo.
Abril 9, 2008 às 11:16 am |
Achei genial. Eu também não dirijo e por opção, pois acho uma verdadeira paranóia. Realmente as pessoas nos olham como se fôssemos dementes, é um absurdo o valor q se dá pelo fato de estarmos atrás de um volante, porém não consigo entender o porquê, pois sabemos q até analfabetos dirigem, não enxergo nisso nenhum dom especial.
Abril 9, 2008 às 5:51 pm |
E eu, coitado! Sou um ser desprezível: não dirijo e não tenho celular.