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	<title>Comentários sobre: Declaração Universal dos Direitos do Homem &#8230; e das mulheres também. Afinal, ninguém é de ferro!</title>
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	<description>Os estereótipos e a psicologia social</description>
	<lastBuildDate>Fri, 20 Jan 2012 22:43:11 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por: Diogo Araújo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo Araújo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2008 01:56:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&quot;...Até os animais se drogam com substâncias naturais, com frutos fermentados... Formigas, cabras, pássaros, macacos... Todos se extasiam e brincam!&quot;

Hahahahahahahaha!

Tá ai a prova evolutiva de se ficar doidão! Até a formiguinha coloca fogo na babilônia em protesto contra a sociedade opressora do formigueiro! As cabras de bode! Rave da macacada! Muito viagem!!!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;&#8230;Até os animais se drogam com substâncias naturais, com frutos fermentados&#8230; Formigas, cabras, pássaros, macacos&#8230; Todos se extasiam e brincam!&#8221;</p>
<p>Hahahahahahahaha!</p>
<p>Tá ai a prova evolutiva de se ficar doidão! Até a formiguinha coloca fogo na babilônia em protesto contra a sociedade opressora do formigueiro! As cabras de bode! Rave da macacada! Muito viagem!!!</p>
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		<title>Por: Camila Leão Ribeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Camila Leão Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 21:49:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Muito interessante essa publicação! É interessante também comparar os rituais de embriaguez dos gregos de Eleusis (que eram utilizados em prol do autoconhecimento) com os &quot;rituais de embriaguez&quot; dos indivíduos da sociedade ocidental moderna. Fica claro que o tipo de &quot;embriaguez&quot; ao qual o filósofo Esteban se refere (e defende!) é um processo de experimentação de novos níveis de realidade para que o indivíduo tenha acesso a repertórios comportamentais e psicológicos aos quais não teria esse acesso em seu nível normal de consciência. Esteban não faz apologia ao uso de drogas (como o álcool), mas sim defende o direito de uma utilização pessoal e consciente de substâncias que, em doses amenas e baixas freqüências seriam, segundo ele, úteis para o autoconhecimento. Como ele próprio faz questão de ressaltar, os gregos utilizavam a embriaguez com essa função de “explorar a consciência” apenas uma vez na vida. Já os indivíduos da modernidade utilizam-se desses “rituais de embriaguez” diversas e diversas vezes em toda as suas vidas, na maioria dos casos como fuga de uma realidade que não os agradam. E sem o autocontrole esses indivíduos acabam gerando, ao invés de autoconhecimento, conseqüências improdutivas, prejudicando a sociedade como um todo (como por exemplo, com acidentes de trânsito ou com a fomentação dos tráficos de drogas para nutrir os próprios vícios). Enfim, ele expôs uma crença pessoal para que o leitor discuta e reflita. A crença de que a embriaguez pode trazer boas conseqüências é algo muito novo e diferente, mas que merece ser discutida. Afinal, quem é que não vira um “filósofo” depois de umas doses a mais?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito interessante essa publicação! É interessante também comparar os rituais de embriaguez dos gregos de Eleusis (que eram utilizados em prol do autoconhecimento) com os &#8220;rituais de embriaguez&#8221; dos indivíduos da sociedade ocidental moderna. Fica claro que o tipo de &#8220;embriaguez&#8221; ao qual o filósofo Esteban se refere (e defende!) é um processo de experimentação de novos níveis de realidade para que o indivíduo tenha acesso a repertórios comportamentais e psicológicos aos quais não teria esse acesso em seu nível normal de consciência. Esteban não faz apologia ao uso de drogas (como o álcool), mas sim defende o direito de uma utilização pessoal e consciente de substâncias que, em doses amenas e baixas freqüências seriam, segundo ele, úteis para o autoconhecimento. Como ele próprio faz questão de ressaltar, os gregos utilizavam a embriaguez com essa função de “explorar a consciência” apenas uma vez na vida. Já os indivíduos da modernidade utilizam-se desses “rituais de embriaguez” diversas e diversas vezes em toda as suas vidas, na maioria dos casos como fuga de uma realidade que não os agradam. E sem o autocontrole esses indivíduos acabam gerando, ao invés de autoconhecimento, conseqüências improdutivas, prejudicando a sociedade como um todo (como por exemplo, com acidentes de trânsito ou com a fomentação dos tráficos de drogas para nutrir os próprios vícios). Enfim, ele expôs uma crença pessoal para que o leitor discuta e reflita. A crença de que a embriaguez pode trazer boas conseqüências é algo muito novo e diferente, mas que merece ser discutida. Afinal, quem é que não vira um “filósofo” depois de umas doses a mais?</p>
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